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Fluminense domina, mas Palmeiras decide e abre vantagem nas oitavas

FOTO: LEONARDO BRASIL/ FLUMINENSE F.C.

Fluminense e Palmeiras fizeram os primeiros 90 minutos dos 180 que antecedem a grande final da Libertadores de 2026. O Tricolor já sentiu a emoção de conquistar a “Glória Eterna” em 2023. O Palmeiras é tricampeão da Libertadores; a última vez foi em 2021, diante do Flamengo (ou 2020, diante do Santos). No ano passado, a equipe paulista chegou à final, mas perdeu para o Flamengo.

Primeiro tempo

Empurrado por mais de 63 mil torcedores, o Tricolor marcou pressão no campo palmeirense e, com passes verticais, buscou a área da equipe paulista; conseguiu chutar algumas vezes ao gol. Em uma das melhores chances, aos 40 minutos, Hulk recebeu a bola na entrada da pequena área e chutou forte; a bola explodiu no peito do goleiro Carlos Miguel, levando o torcedor tricolor ao delírio. Mas o Palmeiras, que até então não tinha ido ao ataque, aproveitou um descuido da defesa tricolor e, com um arremate preciso de Flaco López, abriu o placar. O Fluminense partiu para tentar diminuir a desvantagem e por pouco não levou o segundo gol.

Segundo Tempo

Ao longo do intervalo, vimos as expressões de preocupação dos torcedores tricolores, muitos incrédulos com o placar adverso, pois a performance da equipe do técnico Marcão estava em contradição com o resultado — ou seja, o Fluminense foi melhor, mas o Palmeiras traduziu sua única chance em gol. Por tudo isso, o segundo tempo começou mais tenso que o primeiro. A equipe das Laranjeiras parecia mais eletrizada, enquanto o Palmeiras mantinha o controle.

As equipes foram para a pausa de hidratação com apenas dois chutes para cada lado na direção do gol. O técnico Marcão, que já havia trocado Martinelli por Hércules no fim do primeiro tempo, queria maior poder de fogo na área; assim, trocou Canobbio por Kevin Serna (aos 18’/2ºT) e também colocou Acosta no lugar do Ganso (33’/2ºT). Essas mudanças aumentaram a presença do Fluminense nos arredores da área palmeirense, mas não traduziram o volume de posse de bola em chances reais. O Fluminense tinha 72% de posse, mas não havia criado nenhuma grande chance de gol.

O Palmeiras repetiu a receita do primeiro tempo: esperou o Fluminense oferecer a oportunidade. E assim aconteceu: o Fluminense perdeu a bola na intermediária de ataque e o Palmeiras, em superioridade numérica, conduziu a bola até a área. Fábio salvou no primeiro arremate, mas a bola sobrou para Marlon Freitas tocar para o gol e ampliar a vantagem: Palmeiras 2 a 0.

Um fio de esperança surgiu quando Guga pegou a bola na direita e cruzou para a área. Carlos Miguel afastou mal e Wesley Natã tocou de cabeça para o gol. O torcedor do Fluminense imediatamente cantou “Vamos virar, Nense”, mas o juiz impiedoso pôs fim à partida. A história ainda terá o segundo capítulo lá em São Paulo, na semana que vem.

FICHA DO JOGO FLUMINENSE 1 X 2 PALMEIRAS GOLS: Flaco López (45’/1ºT), Marlon Freitas (40’/2ºT) e Wesley Natã (46’/2ºT).

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